Quando a mudez fala
Salvador, 15 de Junho de 2009.
Quando a mudez fala,
Eu sempre me expressei demais,
Eu sempre fui adiante movida por impulsos incontidos
E hoje como vou?
Eu vou com DEUS
Seguida de perto pela mão dele,
Acompanhada intimamente pelo que soprou ao meu coração
Tantas vezes eu temi
Tantas vezes eu me contive
Mas os sonhos gritaram
E a vontade de me expressar falou mais alto
Gritei pro mundo com meu corpo
A minha expressão de amor aquele a quem eu devo tudo
Não pude mais me limitar a meras palavras,
A minha escrita, a minha música entoada em secreto no meu quarto,
Mas a dança entrou em mim, e a vontade de adorar bradou
Nasceu em mim uma outra mulher,
Uma adoradora ungida.
Rasguei entendimentos, rompi com temores, NASCI
Nasci pra ser dele – inteira
Com o meu violão, a minha gaita, o meu violino
A minha dança, a minha voz,
Tudo de uma só vez,
Rasgando como num rompante súbito em que não existiam mais impossibilidades,
Só a insistente vontade de estar cercada pela existência sublime de DEUS.
Quando a mudez fala,
Eu sempre me expressei demais,
Eu sempre fui adiante movida por impulsos incontidos
E hoje como vou?
Eu vou com DEUS
Seguida de perto pela mão dele,
Acompanhada intimamente pelo que soprou ao meu coração
Tantas vezes eu temi
Tantas vezes eu me contive
Mas os sonhos gritaram
E a vontade de me expressar falou mais alto
Gritei pro mundo com meu corpo
A minha expressão de amor aquele a quem eu devo tudo
Não pude mais me limitar a meras palavras,
A minha escrita, a minha música entoada em secreto no meu quarto,
Mas a dança entrou em mim, e a vontade de adorar bradou
Nasceu em mim uma outra mulher,
Uma adoradora ungida.
Rasguei entendimentos, rompi com temores, NASCI
Nasci pra ser dele – inteira
Com o meu violão, a minha gaita, o meu violino
A minha dança, a minha voz,
Tudo de uma só vez,
Rasgando como num rompante súbito em que não existiam mais impossibilidades,
Só a insistente vontade de estar cercada pela existência sublime de DEUS.
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